Mensagem de Reflexão para o mês de Março

 

O carácter do ser humano é formado pelas pessoas que escolheu para conviver

 

PROJECTO HEINDEL

 

IDENTIFICAÇÃO DO PROJECTO

Objectivos do Projecto As propostas que integram o presente relatório sobre o “Projecto Heindel” resultaram de uma série de estudos pormenorizados e de investigação efectuados em conjunto com diversos membros e consultores do Instituto Francisco Marques Rodrigues.

O Projecto Heindel tem principalmente três objectivos complementares:

a.   Criar um conjunto de infra-estruturas de boa qualidade, destinadas a acolhimento, residência e lazer de idosos e educação permanente de adultos, como forma de combater o analfabetismo funcional;

b.   Criar um pólo de desenvolvimento de actividades culturais, incluindo a investigação, formação académica e profissional.

O Instituto Francisco Marques Rodrigues promoverá de imediato a criação de um Instituto Superior, dedicado às ciências noológicas, associadas à geriatria, gerontologia e a outros cursos universitários.

As actividades culturais fomentarão também o turismo cultural. Serão planeadas para fornecer a base de um eficiente intercâmbio sócio-cultural e científico e para fomentar a inter e pluridisciplinaridade da ciência e o intercâmbio com universidades nacionais e estrangeiras.

As actividades de acolhimento e lazer serão planeadas para diversificarem a ocupação do tempo, introduzindo uma variedade de actividades de recreio, cultura e serviços que sirvam de apoio ao idoso. Os serviços de apoio aos deficientes farão uso da domótica - tecnologia das telecomunicações e da teleinformática.

c.    Criar um centro de apoio a jovens, incluindo actividades de tempos livres (salas de estudo, explicações e afins), aconselhamento e orientação vocacional, etc. As actividades propostas serão restritas às que sejam compatíveis com a área, localização, natureza do local e formação actual dos empregados, tendo em conta, igualmente, o valor paisagístico onde o empreendimento seja implantado. O objectivo do projecto é, em resumo, criar um ambiente em que as actividades culturais e científicas associadas ao idoso possam originar benefícios para os residentes locais e nacionais.

 

 


 

Revista ROSACRUZ

 

A Revista Rosacruz é o órgão oficial da Fraternidade Rosacruz de Portugal.

Através das suas secções (Editorial, Filosofia, Astrologia, Saúde e Nutrição, Educação Infantil, Estudos Bíblicos, etc.) atende aos anseios intelectuais e ao sentimento religioso e desperta o entendimento dos mais profundos mistérios da origem e evolução do Homem.

Conheça o trabalho da Fraternidade Rosacruz no Ocidente. Assine e ofereça assinatura da Revista ROSACRUZ.

 

Redacção:

Rua de Manuel Múrias, 12 - 5º Esq

1500-419 Lisboa - Portugal

 

Copyright © Fraternidade Rosacruz de Portugal. Todos os direitos reservados.

 

 

 

 

 

Estude Filosofia, Astrologia e a Bíblia por correspondência

 

Os cursos de instrução da Fraternidade Rosacruz de Portugal são gratuitos. As despesas de impressão, distribuição, etc., são cobertas por donativos voluntários.

 

 

Filosofia

 

Os cursos de Filosofia dizem respeito aos vários planos da Natureza, às condições depois da morte, renascimento, à lei da causa e efeito, origem do Universo, a natureza e missão de Cristo, iniciação e desenvolvimento futuro do Homem, etc. São dois cursos e o seu estudo sincero e perseverante ajuda a despertar o sexto sentido latente na maioria dos indivíduos. A Filosofia Rosacruz é a Chave Mestra dos planos invisíveis e das forças ocultas em contactos connosco.

 

 

Astrologia

 

Os cursos de Astrologia tratam da ciência das estrelas à luz da filosofia oculta. Mostram os aspectos cósmicos da astrologia e a sua aplicação na vida diária em harmonia com a lei espiritual. Ensinam-se como uma fase do Cristianismo Místico e não devem ser confundidos com a aprendizagem da leitura da "buena dicha". Este curso divide-se em três partes: a primeira tem 26 lições; a segunda de 12 lições; e a terceira de 13 lições. A inscrição nestes cursos é apenas autorizada a quem tiver completado o Curso de Filosofia (Preliminar e Suplementar).

 

 

A Bíblia

 

O Ensino Bíblico da Sabedoria Ocidental tem por base um Curso composto de 28 lições compiladas da obra de Max Heindel. Este Curso, ao estabelecer com clareza o significado esotérico das Escrituras Sagradas, revela os princípios subjacentes nos quais se baseia a Ciência e a Religião. Max Heindel, um iniciado da Ordem Rosacruz, dá uma análise científica do Génese, a qual tem restituído a Bíblia a milhares de pessoas.

 

Curso Preliminar de Filosofia

 

Findo o Curso Preliminar de Filosofia, que se compõe de doze lições, serão os estudantes inscritos nos outros cursos, se assim o desejarem.

Para fazer estes cursos é indispensável a obra base de toda a Filosofia Rosacruz – Conceito Rosacruz do Cosmo.

Todo o ensino ministrado pela Fraternidade Rosacruz de Portugal é gratuito (excepto os livros).

 

 

 

 

História Recente

 

Em 21 de Março de 1926, os rosacrucistas dispersos por todo o território nacional, metropolitano, insular e ultramarino, deliberaram apresentar-se publicamente e, entre as decisões tomadas, constava a de editar uma revista, que reunisse parte dos documentos que circulavam internamente entre os membros. E assim nasceu a Revista ROSACRUZ.

Na década de 60 as actividades rosacrucistas, mesmo as que envolviam actos de solidariedade social, eram cuidadosamente vigiadas. As obras destinadas à instrução e pesquisa, importadas do estrangeiro, se não vinham registadas desapareciam; se vinham sob registo não nos eram entregues. Quando reclamadas pelos remetentes eram então devolvidas com a declaração, humilhante para o prestígio do país: CIRCULAÇÃO INTERDITA POR CONTER LITERATURA ROSACRUZ.

Os rosacrucistas são encarados com respeito e admiração em todo o mundo, porque a sua actuação é benéfica para a disciplina e harmonia social. Por esse motivo são-lhes concedidas facilidades diversas, de natureza fiscal e outras.

Em Portugal, até ao dia 24 de Abril de 1974 os rosacrucistas não se podiam apresentar como tais!

No dia 17 de Junho de 1966, pelas 7 horas da manhã, foi a sede da Fraternidade Rosacruz de Portugal, simultaneamente residência do seu Presidente, assaltada por um grupo de treze agentes da PIDE. Revolveram tudo à sua vontade, passando as largas centenas de livros da biblioteca um a um, na ânsia de encontrarem matéria que lhes permitisse efectuar detenções.

Terminaram a diligência a altas horas da noite. Levaram originais inéditos, mais de mil e duzentos estudos astrológicos de personalidades de destaque, vítimas de crimes ou doenças graves; livros, revistas, correspondência e até dinheiro!

Iniciaram-se imediatamente diligências para obter explicações e a devolução dos documentos subtraídos. O inspector que dirigiu o assalto acabaria por informar que a busca tinha sido motivada por suspeita de reuniões Maçónicas. Ao ser-lhe inquirida a razão de ter despojado a residência pessoal do Presidente de tantos objectos limitou-se a dizer:

- "O despacho que recebemos foi para fazer o que se fez. Mas, como os objectos que trouxemos não possuem o menor interesse para esta polícia, vão-lhe ser entregues. Dirijam-se ao subdirector José Sachetti e peçam-lhe a entregas das coisas. Ele ordenará a devolução".

Alguns dias depois regressou o Presidente da Fraternidade Rosacruz, devidamente mandatado, à sede da PIDE. Foi recebido pelo subdirector José Sachetti, que não só recusou a devolução de tudo que mandou subtrair, como proibiu a publicação da Revista ROSACRUZ. E fê-lo com a ameaça de prisão por publicação clandestina.

Explicou-se ao subdirector J. Sachetti que a Revista se publicava há 40 anos, estava devidamente registada na Conservatória da Propriedade Literária, Científica e Artística, que nunca tinha sofrido qualquer sanção. E a resposta repetiu a ameaça inicial: "o Presidente da Fraternidade Rosacruz seria preso por publicação clandestina e iria responder no plenário".

Depois de cerca de duas horas de explicações, sem nada conseguir, de nada valia argumentar mais. Perante as sucessivas ameaças de prisão, fez-se-lhe apenas um aviso: "Não lhe daríamos esse prazer. Como estamos a perder tempo, se V. Exª nos dá licença, retiramo-nos. Mas não assumimos a responsabilidade pelo que depois se disser no país e no estrangeiro pelos actos cometidos".

Insensível J. Sachetti respondeu:

- "Sempre se disse mal de Portugal no estrangeiro. Por isso não importa. Se quiserem requerer a entrega das coisas apreendidas podem fazê-lo. Mas, se o requerimento vier às minhas mãos, mando-o somente juntar ao processo".

Dias depois, embora sem esperanças, requereu-se, em forma legal, a devolução de todos os objectos e documentos. Não obtivemos mais do que o silêncio (Alguns livros foram readquiridos, anos mais tarde, em alfarrabistas).

Quando o Dr. Marcelo Caetano assumiu a Presidência do Governo, crentes de que iria fazer o regresso do país à liberdade, expusemos-lhe a situação. Recebemos um ofício da Presidência do Conselho comunicando que a exposição tinha sido enviada do Ministro do Interior, Dr. Gonçalves Rapazote. Dele também nada mais recebemos do que silêncio!

Tanto do auto de declarações que nos levantou o inspector da PIDE Fernando Alves, como no de levantamento de selos, dinheiro e documentos diversos, nas secretárias e noutros móveis que estavam fechados, foi cautelosamente evitada a mais leve referência a livros impressos, manuscritos inéditos, objectos do espólio do Museu, correspondência da Fraternidade Rosacruz, Revista Rosacruz, ou simplesmente Rosacruz, com a "acariciante" promessa de tudo nos ser devolvido, por não ter o menor interesse para a PIDE.

 

in Revista Rosacruz

 


 

Cristão Rosacruz

 

No mosteiro dos Albijenses, o filho mais novo do nobre Germelshausen, sem o ambiente castelão em que nasceu, privado dos carinhos da sua família que foi destroçada, no meio e homens de vida extremamente austera, não teve a infância de todas as crianças. Por isso a sua mente excepcional teve de centrar-se nas ideias que os monges tinham e viviam!

No mosteiro aprendeu grego e latim.

Muito jovem tinha formado com quatro monges um grupo que se dedicou ao estudo das ciências que se cultivavam no mosteiro e justificavam a sua existência. Mas era necessário ir às fontes dos conhecimentos que ali se estudavam e viviam.

Quando o jovem tinha quinze anos, o grupo deixou o mosteiro e iniciou sua marcha em direcção à Terra Santa. Para evitar suspeitas dos discípulos de S. Domingos não viajaram juntos. Em Chipre faleceu o velho monge que ia com Germelshausen. O jovem, porém, não desanimou e prosseguiu a viagem afrontando todos os inconvenientes e perigos. Em Damasco encontrou um Centro de Iniciação e aí ficou. Era o que pretendia: viver entre sábios. Poucos anos depois tinha atingido a graduação necessária e resolveu partir. De Damasco passou ao Egipto e deste país foi viajando pelo mediterrâneo até Fez. Daqui resolver passar a Espanha e juntar-se aos Alumbrados, que o receberam mas acharam os seus pontos de vista demasiado avançados, não o aceitando!

A partir de Espanha, Germelshausen adoptou o nome simbólico de Cristão Rosacruz (Christian Rosencreuz).

 

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